segunda-feira, 5 de julho de 2010

"Como um fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu fui refugiar-me à tua porta!
Fazia frio e o frio que fazia
Não era esse que a carne nos contorta...
Cortava assim como em carniçaria
O aço das facas incisivas corta!
Mas tu não vieste ver minha Desgraça!
E eu saí, como quem tudo repele,
-- Velho caixão a carregar destroços --
Levando apenas na tumba carcaça
O pergaminho singular da pele
E o chocalho fatídico dos ossos!"

Augusto dos Anjos


Postado por : Marcos Paulo Castro Pereira .

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3 comentários:

  1. texto mas rebuscado ,com um tema popular para os romanticos , acho que ele descreve a natureza meio estranho , comparando há com tudo oq é mais vazio .


    Marquinho !

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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